Bárbara Polezer
Expectativa é ruim, mas é bom. É ruim quando demora. É bom quando é alcançada. É ruim quando é incerta. É bom quando é certeira.
Quando você decide mudar, traça um rumo para viver novas situações. Esquematiza metas e determina que vai alcança-las. Fica evidente que o caminho pode ser conturbado, porém o objetivo definitivamente será iluminado.
No século em que tudo é pra ontem esperar é um martírio. Parece que você está atrasado, perdendo o ponto. Contudo, ao mesmo tempo, o amadurecimento é visível.
A experiência aumenta, a meta fortalece e a carga é imensamente maior. O medo do incerto talvez assombre, todavia, atrai. Enquanto isso pessoas mais vividas ensinam. Informam a técnica, a ginga, a malicia, as peripécias da vida.
Os personagens menos experientes também transmitem conhecimento. Conhecimento de que o simples, o novo, o curioso é muito quando não se viveu quase nada. O entusiasmo do bebê ao se sentir equilibrado, ao descobrir os sons, reconhecer as pessoas. É lindo de ver, emocionante de sentir.
Imagino que esperar nove meses para ver o filho deve ser dificílimo. A cura de alguma doença então, nem se fale. O novo trabalho, novo visual, nova moradia, novo amor, amor perdido. Saber o que vai ser quando crescer, crescer e não saber o que fazer. Ou a expectativa te mata, ou você corre e acaba com ela!
Expectativa é ruim, mas é bom. É ruim quando demora. É bom quando é alcançada. É ruim quando é incerta. É bom quando é certeira.
Quando você decide mudar, traça um rumo para viver novas situações. Esquematiza metas e determina que vai alcança-las. Fica evidente que o caminho pode ser conturbado, porém o objetivo definitivamente será iluminado.
No século em que tudo é pra ontem esperar é um martírio. Parece que você está atrasado, perdendo o ponto. Contudo, ao mesmo tempo, o amadurecimento é visível.
A experiência aumenta, a meta fortalece e a carga é imensamente maior. O medo do incerto talvez assombre, todavia, atrai. Enquanto isso pessoas mais vividas ensinam. Informam a técnica, a ginga, a malicia, as peripécias da vida.
Os personagens menos experientes também transmitem conhecimento. Conhecimento de que o simples, o novo, o curioso é muito quando não se viveu quase nada. O entusiasmo do bebê ao se sentir equilibrado, ao descobrir os sons, reconhecer as pessoas. É lindo de ver, emocionante de sentir.
Imagino que esperar nove meses para ver o filho deve ser dificílimo. A cura de alguma doença então, nem se fale. O novo trabalho, novo visual, nova moradia, novo amor, amor perdido. Saber o que vai ser quando crescer, crescer e não saber o que fazer. Ou a expectativa te mata, ou você corre e acaba com ela!
