Bárbara Polezer
Participei de um workshop de cinema na última temporada das férias de verão. No caso minhas únicas férias do ano (rs). Era uma escola de comunicação e arte em São Paulo. O ministrante era um senhor, já com idade “avançadinha”, com tiques engraçados e um conhecimento tremendo. Ele exibiu vários filmes antigos, inclusive um que não guardei o nome, mas fiquei completamente pasmei. Era um musical. Se não me engano o primeiro da história do cinema.
Com todo respeito a essa classe, no entanto esses cineastas têm mania de falar que o que se vê hoje não é cinema. Sempre fico de cara com esse comentário. Concordo que vários lançamentos não são filmes e sim novelas, contudo existem vários filmes maravilhosos na atualidade.
Como segunda-feira não é meu dia favorito procuro coisas agradáveis para fazer. Fiz uma visita a um amigo que é fissurado por filmes. Ele têm de tudo, inclusive séries completas da tv por assinatura.Neste dia assistimos um romance (P.S Eu te Amo) e peguei emprestado cinco longas para ver no decorrer da semana.
Gosto assumidamente de comédias românticas, todavia, resolvi encarar apenas dramas nesta maratona sofá, cobertor e filmes tristes. Comecei com um, que não era tão drama assim. Estava mais para ação e morte (Valente). Gostei! Fui para August Rush ou O Som do Coração na tradução tosca que não entendi ao certo o motivo. Me apaixonei pelo filme! É novo, estreou esse ano. O filme é comovente, sensível, tem um roteiro legal, uma fotografia linda e atores maravilhosos. Indico!
Em seguida veio Longe Dela. Um casal de senhores, casados há 44 anos que por conta de uma doença se separam contra a vontade de ambos. Ah, não achei tÃo legal, mas beleza é bonito!
Por último veio o Caçador de Pipas. Dizem que o livro é muito melhor, ainda não li. Ok, livros têm mais riqueza de detalhes, trechos mais detalhados, mas amei o filme. É legal quando em algumas cenas relembramos trechos anteriores, ações que nos identificamos e queremos fazer igual.
Semana que vem talvez eu mude o gênero, apesar de ter gostado muito deste. Todos esses filmes são produções americanas por isso volto à indignação contra cineastas que criticam tanto os tais produtos. Os metidos a intelectuais (não vou com a cara desse tipo de gente) têm mania de querer ser “cult”, falar que cinema bom é cinema europeu, principalmente os que a população em geral não entende. Ah, fala sério! Eu gosto de produções hollywoodianas e não vejo nenhum problema nisso!
Participei de um workshop de cinema na última temporada das férias de verão. No caso minhas únicas férias do ano (rs). Era uma escola de comunicação e arte em São Paulo. O ministrante era um senhor, já com idade “avançadinha”, com tiques engraçados e um conhecimento tremendo. Ele exibiu vários filmes antigos, inclusive um que não guardei o nome, mas fiquei completamente pasmei. Era um musical. Se não me engano o primeiro da história do cinema.
Com todo respeito a essa classe, no entanto esses cineastas têm mania de falar que o que se vê hoje não é cinema. Sempre fico de cara com esse comentário. Concordo que vários lançamentos não são filmes e sim novelas, contudo existem vários filmes maravilhosos na atualidade.
Como segunda-feira não é meu dia favorito procuro coisas agradáveis para fazer. Fiz uma visita a um amigo que é fissurado por filmes. Ele têm de tudo, inclusive séries completas da tv por assinatura.Neste dia assistimos um romance (P.S Eu te Amo) e peguei emprestado cinco longas para ver no decorrer da semana.
Gosto assumidamente de comédias românticas, todavia, resolvi encarar apenas dramas nesta maratona sofá, cobertor e filmes tristes. Comecei com um, que não era tão drama assim. Estava mais para ação e morte (Valente). Gostei! Fui para August Rush ou O Som do Coração na tradução tosca que não entendi ao certo o motivo. Me apaixonei pelo filme! É novo, estreou esse ano. O filme é comovente, sensível, tem um roteiro legal, uma fotografia linda e atores maravilhosos. Indico!

Em seguida veio Longe Dela. Um casal de senhores, casados há 44 anos que por conta de uma doença se separam contra a vontade de ambos. Ah, não achei tÃo legal, mas beleza é bonito!
Por último veio o Caçador de Pipas. Dizem que o livro é muito melhor, ainda não li. Ok, livros têm mais riqueza de detalhes, trechos mais detalhados, mas amei o filme. É legal quando em algumas cenas relembramos trechos anteriores, ações que nos identificamos e queremos fazer igual.
Semana que vem talvez eu mude o gênero, apesar de ter gostado muito deste. Todos esses filmes são produções americanas por isso volto à indignação contra cineastas que criticam tanto os tais produtos. Os metidos a intelectuais (não vou com a cara desse tipo de gente) têm mania de querer ser “cult”, falar que cinema bom é cinema europeu, principalmente os que a população em geral não entende. Ah, fala sério! Eu gosto de produções hollywoodianas e não vejo nenhum problema nisso!

Um comentário:
Babi,
Olá!
Estou com saudade dos nossos papinhos...
Concordo com suas colocações e estou com o livro "O caçador de pipas" de Khaled Hosseini aqui em casa.
Adivinha quem vai ler???
Seu querido tio resolveu começar a ler... e começou em alto estilo!
O filme é muito bom, principalmente em mostrar as absurdas consequências que a covardia pode causar em nossas vidas.
Beijos.
Tenho muito orgulho de você.
Cláudia.
Postar um comentário